Monday, September 15, 2008

O Sapato vermelho não desiste


O curso de verão já terminou mas não é que o tango vai continuar?
Mais informações para breve...

Tuesday, September 9, 2008

A vista

Talvez seja

Se me perguntarem se gosto de viver na Graça, sinceramente não sei.
Vejo a coisa pela positiva e pela negativa.
Os vizinho não são propriamente os mais educados, sempre à janela em tronco nú, alguns escarros para o chão, sacos do lixo em locais impróprios. A maioria dos prédios mantém mas não estima a sua traça original, o que lhes confere um ar gasto e um pouco sujo. Acordar com a miúda de baixo aos berros também não é lá muito agradável, digamos que tenho de me levantar mais cedo para não a ouvir, já para não falar da velhota do R/C, que não é propriamente uma senhora. Ao seu lado, os fogareiros e camionistas mais vulgares, os piores homens que trabalham nas obras, as mulheres do bolhão, entre outros, são uns autênticos meninos.
Mas por outro lado, temos o sol que se mantém durante todo o dia a aquecer a casa, temos as caminhadas até à Feira da Ladra e rumo ao Chiado, um pequeno-almoço no Pois Café junto à Sé, os passeios de 28, as vistas espectaculares do miradouro da Graça e da Nossa Senhora do Monte. Só quem tem acesso às mesmas é que se apercebe da verdadeira Lisboa, muito mais que uma capital caótica, atafulhada de pessoas, carros e poluição. Uma cidade que nos acalma e que nos acolhe. Talvez seja por isso que ainda me mantenho fiel à Graça.

Lina e Salvador, Paula e Leonor.

Nós, eu, Sofia e Gonçalo numa pausa ventosa de almoço.

Wednesday, August 20, 2008

Lamego, Rua Macário de Castro, nº27

No dia 16 de Agosto de 2008 o tempo voltou atrás por breves instantes.
A manhã estava chuvosa mas mesmo assim decidimos ir dar um passeio e sentir o cheiro a pão acabadinho de sair do forno da padaria do meu avô Norberto. Aquele cheiro que nos acolhe e dá as boas-vindas, que nos envolve e que nos faz sentir tão bem.
Mesmo por trás da padaria, fica o nº27 da Rua Macário de Castro. Observo um rapaz dos seus 12 anos, com os livros por baixo do braço, tinha acabado de vir da Nossa Senhora dos Remédios. Levantou-se às 5 da manhã para estudar pois tinha teste de português no dia a seguir. Este rapaz, tem agora 62 anos e é o meu pai.
O rapaz vinha então numa correria pois já estava atrasado para o almoço. Sabia que se tinha de portar bem se queria ir à Feira de São Mateus, em Viseu. O verão é tempo de festa nas aldeias e esta é uma bela festa. Bom vinho, boas miúdas, a bela da bôla de sardinha e o doce da Teixeira. Vá lá que as suas irmãs não deram pelo atraso, pois também elas só pensavam na festa de logo à noite e entretidas escolhiam os seus vestidos na loja da esquina, para estarem bonitas para São Mateus. “Afonso, vai chamar as tuas irmãs!”, oiço o meu avô gritar da janela.
Passados 5 minutos os 3 irmãos entravam em casa e nós entrámos com eles, eu, o meu irmão e o Ricardo. Subimos uma escadaria de madeira, estreita e à medida que fomos subindo, fomos sentindo o cheiro a refogado. A Lúcia, irmã mais nova, foi arrumar as lãs que estavam espalhadas ao pé da máquina da costura. Com o entusiasmo da festa e dos vestidos, tinha saído a correr e esqueceu-se completamente de arrumar o material de costura, mesmo sabendo que o meu avô não gostava nada. O meu pai aproveitou para arrumar os livros que trazia. Não era uma casa grande mas no que diz respeito ao nº de pisos, era enorme. A sala das refeições ficava no 3º e último andar. Notava-se que aquele piso tinha levado algumas obras pois comparativamente com os outros, tinha um ar mais moderno.
O meu avô já estava sentado à mesa e estava muito bem disposto pois durante a manhã recebeu uma encomenda, ainda grande, da casa das brôlhas. “Uma grande festa”, dizia ele. “E por falar em festa, hoje é dia de feira...espero que se tenham portado bem....”. Os irmãos acenavam que sim com a cabeça pensando na noite incrivel que iam ter. Elas pensando nos bailaricos e o Afonso, nas jogatanas que existiam na festa. Ah, e nas miúdas, claro. Se o seu pai soubesse o que ele tinha feito há duas noites atrás, com certeza que esta noite não havia feira para ninguém. É que mesmo ao lado do nº 27 fica o colégio interno das raparigas e, curiosamente, o telhado do nº27 dá acesso ao muro do colégio. Não preciso de dizer mais nada, pois não?
Deixámos a familia terminar o almoço descansada e saímos de mansinho.
Fechámos a porta e voltámos ao presente com a sensação de termos presenciado um momento único e inesquecivel, mesmo sabendo que já não existe a padaria, que o meu avô não está entre nós e que o Afonso é agora um homem feito.

Tuesday, August 12, 2008

A espinha, post nº101

A parte pior foi quando me deram o saco de plástico, preto, onde tinha de colocar tudo o que tinha comigo na altura. A minha roupa, os meus acessórios, os meus sapatos.... o meu Eu. À medida que me ia desfazendo das coisas sentia que parte de mim ia ficando no saco, restando o corpo nú, completamente desprotegido e indefeso. O saco seguiu e eu fiquei. Fiquei duas noites a soro no hospital.
No dia a seguir fiz a endoscopia e viram a espinha. Ainda a tentaram tirar mas sem sucesso. Teria de levar anestesia geral para que pudessem “mexer” à vontade. E tinha logo que me calhar uma espinha “toca e foge” pois mesmo com a cirurgia não a encontraram....das duas uma, ou já estava enterrada na mucosa ou com tanta pinça que entrou na garganta, acabou por sair. Contudo era preciso saber se ainda lá estava, porque se sim, a situação complicáva-se. Toca para mais um raio-x e mais uma tac, e mais uma noite no hospital. No final de mais uma ronda de exames chegou-se finalmente à conclusão que a espinha não estava lá. Tive alta, com antibiótico e ainda lá voltei passados 4 dias para mais uma endoscopia, just in case. Nestas 2 noites que me pareceram semanas sempre aprendi alguma coisa:

- que não se deve empurrar a espinha com pão (podemos estar a enterrá-la na mucosa);
- que devemos mastigar muito bem (o mesmo alimento 50 vezes antes de engolir);
- que há quem morra engasgado com chouriço;
- que existem inúmeros casos de pessoas que vão parar ao hospital com as mais variadas espinhas (sim, não sou caso único), para não falar de pregos, medalhas, moedas, placas dentárias, dentes, bifes, entre outros;
- que o lado humano existe. Fui muito bem tratada, sempre acompanhada de um sorriso;
- que o hospital tem uma das capelas mais bonitas que já vi;
- que o soro realmente alimenta e talvez rejuvenesça (houve quem me desse 16 anos...);
- que a estadia foi boa mas prefiro a minha cama.

Monday, August 11, 2008

Post nº100, a espinha.

Eis chegados ao post nº100, altura ideal para partilhar um momento particularmente caricato, da minha, ainda curta, vida.

Acontece que sou sócia assidua do famoso clube da marmita, que existe em quase todas as empresas, ou seja, tenho por hábito levar almoço de casa para o trabalho. Contudo, há coisa de 2 meses, “baldei-me” ao clube e fui buscar comida a um restaurante que fica mesmo ao virar da esquina, bacalhau desfiado com espinafres, era o prato. "Leve e depois diga se gostou, está muito bom." disse-me simpaticamente a rapariga do balcão.

À 1ª garfada, espinha. À 2ª garfada, também espinha e à 3ª garfada, espinha na garganta. Nada de pão para empurrar a dita, começo a ficar aflita. Vou para a rua à procura de pão e lá arranjo uns nacos que enfio pela goela abaixo. Fico um pouco mais aliviada embora com uma impressão na garganta durante toda a tarde e um mau pressentimento.

Ao jantar volto a sentir a espinha, não tinha descido! Sigo para o hospital S. José, urgências. Preparo-me para esperar. Em 40 minutos sou chamada e depois de ter estado com a boca aberta e lingua para fora durante 15 minutos, o médico não vê a espinha. Insisto. Faço um Raio-x e nada de espinha. Faço uma TAC. São quase 4 da manhã quando volto a entrar na sala do médico para saber os resultados da TAC e as dúvidas persistem... espinha nem vê-la.

Cansada, exausta e cheia de sono, observo a médica a re-analisar os exames, abro a boca mais uma vez, lingua para fora, “diga áááááá, iiiiiiii” e quando ela se vira com o semblante carregado dizendo que eu tinha de ficar internada para no dia seguinte fazer uma endoscopia, belisco-me para ver se estava a viver um pesadelo. Mas não... era real. Eu que nunca fiquei internada, nunca foi operada e agora tudo isto por causa de uma espinha?
(continua)

Wednesday, August 6, 2008

Poema em férias

“Vou-me até à Outra Banda
no barquinho da carreira.
Faz que anda mas não anda;
parece de brincadeira.
Planta-se o homem no leme.
Tudo ginga, range e treme.
Bufa o vapor na caldeira.
Um menino solta um grito;
assustou-se com o apito
do barquinho da carreira.
Todo ancho, tremelica
como um boneco de corda.
Nem sei se vai ou se fica.
Só se vê que tremelica
e oscila de borda a borda.”

António Gedeão - Adeus, Lisboa.

Dissemos adeus a Lisboa durante uma semanita e fomos até Tavira.
Bom tempo, boa comida, bela terra. Casa com vista para a ria formosa e para o mar. Há lá melhor que isto? Lá iamos todos os dias de manhã para a nossa prainha, Terra Estreita, verdadeiro paraíso de conchas. Apanhávamos o barco e faziamos um pequeno passeio pela ria até chegarmos ao mar. Pelo caminho passávamos pela “2 irmãs”, pela “Elsa Cristina” e pela “Sou a primeira”, algumas das traineiras que habitam a ria. Foi muito bom mas “Olá, Lisboa.”

Ele é que manda.

Isto de ser o homem a comandar no tango...hum... Os homens andam para a frente a as mulheres para trás e só quando o homem quer. Virar? O homem vira. Andar? O homem empurra. Para uma pessoa, mulher emancipada, que gosta muito de mandar, como é que isto vai acabar?


Ontem tivemos finalmente a nossa 1ª aula de 4 e a sala estava cheia de pessoas ansiosas por aprender a dança da sensualidade. Começámos por fechar os olhos e caminhar no lugar porque "Se sabemos andar, sabemos dançar o tango", afirmaram convictamente os professores. E assim andámos. E andámos pela sala e fomos dizendo olá uns aos outros porque dançar o tango exige muito calor humano, nada de vergonhas e muita intimidade. Tudo muito bem até aqui uma vez que estava com o meu partner. Mas eis quando nos pedem para mudar de par. O quê???? Mas isto não constava do programa.....trocar suores com outra pessoa? Bom, lá teve de ser. Fui parar a um senhor mais velho que já tinha dançado e lá me soube comandar, com calminha mas um bocado perto de mais. Troca! Outro par. Um autêntico cromo. Também já tinha dançado umas quantas vezes e achava-se um expert. Os professores diziam 3 passos e ele dava os que lhe apetecia. Isto porquê? Porque o homem é que comanda e a mulher cala. Estão a ver??? Ele fez questão que eu percebesse que era quando ele queria. "Conta até 10 Ana, conta até 10!". Quando estava prestes a mandar-lhe um "supapo", a aula acaba. Vou a correr, aliviada, para o meu verdadeiro par e ficamos mais uns minutos a treinar os passos, não muitos porque a escola estava a fechar.

Apesar destas junções com corpos estranhos, o tango é uma dança extraordinária e gostei muito. Tenho é de convencer o meu par a nos inscrevermos em Setembro para um anito de tango. Ah pois, porque ele é que manda, ah pois é. :)

Tuesday, June 3, 2008

Danço pois.


Desde pequena que adoro ver coreografias e imaginar-me nelas. O mundo do espectáculo sempre me fascinou, principalmente o da música. Sempre achei os bailarinos elegantes e ao som da música mais ainda. Até há bem pouco tempo o meu quarto era o meu palco e eu era a coreógrafa. Podia ficar horas a dançar e às vezes até fazia concursos com o meu irmão. Depois cresci e cheguei à conclusão que preparar coreografias no quarto não era futuro para mim, vá-se lá perceber porquê. Contudo a vontade de dançar foi mais forte e inscrevi-me numa escola de dança onde divago duas vezes por semana com o belo do Hip Hop. Infelizmente este ano os meus fãs não me vão poder ver actuar no grande espectáculo de encerramento do ano lectivo. Para que não fiquem tristes atrevo-me a deixar um excerto de um ensaio de hip hop e olhem, seja o que Deus quiser. Dançar, eu danço, agora resta saber se bem...

A Menina Dança?


Quando eu digo que tenho um blog fica tudo muito espantado, mas quando digo o nome do mesmo, mais espantados ficam. "Porquê a Menina Dança? Onde está a dança?" Certo é que não disserto sobre dança, não tenho fotografias de dança, basicamente o meu blog não tem nada sobre dança, a não ser os primeiros posts, esses sim prova do meu amor pelo ritmo. Pois bem, percebi que os meus dotes estavam a ser colocados em causa e lá consegui convencer o meu querido fotógrafo de serviço explicando-lhe por A+B que ele tinha de me ajudar, afinal de contas era a minha reputação que estava em jogo. Eu tinha de ter fotos, desse por onde desse.

Saturday, May 10, 2008

Um taxista diferente

Estamos acostumados a associar o espécime taxista ao mais puro grau da virilidade.
Homens na casa dos seus 60, amargurados com a vida, que se vingam com o pé no acelerador mal apanham uma recta. Para eles não existe mais ninguém nas rotundas que não eles, os semáforos sempre verdes, as passadeiras sem riscas. Sempre a bufar atingem o auge quando lhes mostramos uma nota de 10€ como se de uma verdadeira ofensa se tratasse. Ia eu preparada para apanhar um destes quando me deparo com um taxista verdadeiramente efeminado. A maneira de falar, os gestos, a roupa, uma verdadeira Drag Queen a cantarolar ao som da música que passava na rádio, autêntica disco night anos 60. Uma viagem deveras emocionante e diferente.

Longe

Tão Longe
Que Fazes
Palavras Distantes
Que Longe
Tão
Devagar
Que Passa
O Tempo
Parou
Olhares no Vazio
Nada a Dizer
Tudo a Adivinhar
O Silêncio
Tão Longe
Que Fazes.

Monday, May 5, 2008

Vamos ao que interessa

Roma estava um caos! Feriado também em Itália, também no dia 25 de Abril, também dia da Liberdade, também dias de eleições, também bom tempo e também Capela Sistina grátis no último domingo de cada mês. Capice? Para cada lado que nos virávamos deparávamo-nos com enchentes, grupos de turistas acompanhados dos respectivos guias que iam à frente com um lencinho em riste para ninguém se perder, pais, mães, tias, avós, filhos, netos, quase todos italianos (o vá para fora cá dentro faz sentido em Itália) aos empurrões no metro, tudo lambuzado de gelado e pizza, milhares de pessoas junto à Fontana di Trevi a atirar moedinhas e a jurar amor eterno, filas para o coliseu, pequenos-almoços a 20€, pés doridos após longas caminhadas de um dia, nódoas negras dos encontrões (os italianos não têm a noção de espaço), croissants que não são croissants, não...são cones..não, afinal croissant é sanduiche....ok, mas pode ser um croissant-cone-sanduiche com queijo ou fiambre? Não!!!! Dio Mio, croissant só pode ser doce!! Ai, está bem ó antipático... e muito, muito calor. Apesar de tudo, foi muito bom. Não vi o Papa, nem sequer a capela Sistina, mas também temos de ficar com bons motivos para voltar à belissima Roma, capice?

A minha Liberdade

No fim-de-semana do 25 de Abril a minha liberdade fez-me uma surpresa. Uma viagem a Roma. Foi a minha primeira viagem a seguir ao Ganhar Asas e só soube o destino que me esperava, no aeroporto. Devo dizer que ia bastante tranquila após uma semana a exercitar a minha respiração (já sabia que ia voar mas não sabia para onde). Cheguei ao aeroporto sem o chato do nervoso miudinho que fazia questão de me acompanhar e que me deixava paralisada de ansiedade. Não, desta vez consegui vencê-lo e pô-lo na ordem, afinal de contas quem é que manda aqui?? Entrei no avião com um sorriso nos lábios, cumprimentei a tripulação, sentei-me e apertei o cinto pronta para a descolagem, momento em que respirei um pouco mais. Quando o avião estabilizou, li uma revista (coisa que jamais faria em estado de ansiedade), estiquei as pernas e andei pelo corredor, fiz questão de explicar todos os sons e ruidos e lidei bem com a turbulência, que é desagradável mas não perigosa. Após 2h50 de viagem aterrámos em Roma e estava orgulhosa de mim própria. Viva a liberdade!

Não podia deixar de mencionar uma sondagem que a meu ver diz muito sobre o estado da nossa escolaridade: várias foram as pessoas que associaram o feriado à implantação da república ou mesmo à 1ª guerra mundial, afinal o que realmente interessa é que é dia de descanso e com ponte, ainda melhor, não é verdade?

Thursday, April 10, 2008

Amigos de sempre.

Anibal, Titi e Paulinho.

Felisberto.

O Felisberto é a nova mascote da familia costa/henriques. É pequeno por fora mas enorme por dentro, elegante, com um design interior muito sofisticado, mete-se em qualquer buraquinho e permite-nos ver as estrelas e apanhar um solinho através do seu tejadilho em vidro. Melhor do que isto tudo é ter mudanças automáticas. Só falta mesmo poder ser guardado no bolso. É o nosso Felisberto.

Sem palavras


Qual deles é o animal?
Ver mais aqui.

Monday, March 31, 2008

Jantar de negócios

6ªf foi noite de gaijas e como se pode ver pelas fotos, foi uma noite interessante. Mas estas babes não se juntaram só para o gossip, não....isso seria muito fútil para elas. Com certeza que pelo meio da refeição lá se falou de fulana x ou fulano y, mas a conversa foi para além disso (pronto, digamos que a 1ª hora foi para além disso porque com o vinho o tom de seriedade foi desaparecendo). O que se passa é o seguinte: Cansadas do seu dia-a-dia e de dar satisfações, as babes pretendem implementar o seu negócio e foi para isso que se juntaram, para discussão de ideias. Havia um TPC e cada uma tinha de apresentar o seu projecto. Creio que não foi uma coisa levada à séria pois as ideias não abundaram (e depois venham dizer-me que estão fartas!). Bem, ficámos de analisar o mercado perante uma das ideias que foi a melhor delas todas...vamos ver se tem pernas para andar.