Sunday, February 24, 2008

Bus? Não obrigado!

Desde pequena que ando de autocarro mas.... TENHO SAUDADES DO MEU CARRO!!! De ir calmamente a ouvir rádio para o trabalho. Ok, ok, calmamente nesta cidade é dificil mas é sem dúvida mais confortável. Admito, estou cansada de transportes públicos. O ter de gramar com 20 minutos de espera na paragem de autocarro enquanto se olha para o nada e se tenta manter a pose, as amostras rascas de perfume a que estamos sujeitos logo pela manhã, as carantonhas de algumas pessoas, as conversas cruzadas, os encontrões, as janelas sempre fechadas e os vidros embaciados, os assentos que foram pensados para pessoas de 1'60m...é preciso continuar? E onde anda a malta jovem que só se vêem é velhos? E as raparigas bem arranjadas, com dentes pelo menos? E ainda querem que as pessoas deixem o conforto e passem a andar de transportes? Só se forem masoquistas (como eu!). Carro, volta estás perdoado.

Ano novo, novo trabalho

Comecei a trabalhar no dia mais caótico do ano. E apesar das enchentes, dos semáforos avariados, dos chapéus de chuva partidos e da cidade ter literalmente parado, o dia 18 de Fevereiro até correu bem.

Friday, February 15, 2008

Surprise!


Depois de um passeio fantástico pelo jardim, o final de domingo trouxe-me uma surpresa. Entrámos no Hotel Jerónimos 8, primeiro hotel design em Lisboa, na Rua dos Jerónimos, para tomar um café e só saimos no dia seguinte. É claro que já estava tudo programado mas eu não sabia. E é tão bom sair da rotina e sentirmo-nos turistas na nossa própria cidade. Obrigada.

Passeio Tropical



E no domingo fomos ao Jardim Tropical em Belém, tão pouco conhecido entre os lisboetas. Eu conheci-o ainda nem era nascida. A minha mãe, tijuca, ia passear a sua bela barriga neste jardim fantástico, criado em 1906 pelo Rei D.Carlos. Mais tarde, este jardim testemunhou várias brincadeiras minhas e do meu irmão. E há muito para ver. São 5 hectares de natureza e muitos patos. O Jardim fica mesmo ao pé dos pastéis de belém, na Calçada Galvão.

A realidade de um final de tarde


Não é scanner de um postal, não é nas Caraíbas nem tão pouco na Polinésia Francesa. É aqui tão perto. Praia da Comporta. São finais de tardes como esta que nos fazem aperceber o quanto é bom estarmos vivos.

Carlos Paião

Saudade
Infelizmente não encontrei a da cegonha mas ficam aqui os Versos de Amor. Sabe sempre bem voltar a ouvir.

"Adeus cegonha, tu vais voar..."


Provavelmente poucos se lembram desta música do Carlos Paião, curiosamente uma das que eu mais gosto. No sábado passado resolvemos ir almoçar à Comporta. Estava um dia espectacular. Apanhámos o barco em Setúbal e a aragem desta curta viagem é o bastante para renovar energias. Chegados ao destino fomos directos ao Museu do Arroz, restaurante bastante conceituado e recomendado nesta zona. Durante o almoço tivemos a companhia de uma cegonha que estava bastante tagarela, por sinal. A cegonha é um animal que me fascina, talvez pela sua extrema elegância, pela calma que transmite. Comemos arroz de cabidela. Estava bom, mas faltava-lhe um pouco mais de vinagre. O cheiro do vinagre tem de se sentir à distância e nisso, o Stop é campeão.

Friday, February 8, 2008

Super-Homem III

Acredito que quem não esteja contextualizado, não perceba o facto de me estar a irritar por não terem passado um episódio da 6ª série do Super-Homem... não deverias estar a preocupar-te com os teus clientes? Com uma arte final por entregar? Por uma chamada deveras interessante a fazer? Pela recepção daquele email com o jpg xpto? Mas que raio fazes tu em casa a estas horas?
Eu explico. No final de cada ano que passa toda a gente anseia por mudança. Eu já ansiava há algum tempo por uma mudança profissional e achei que o timing era o mais adequado. Ano novo, vida nova. E mais uma vez me atirei de cabeça para o desemprego. Coragem, apoiam uns, perigoso, avisam outros. Contudo, não me entra na cabeça estar num sitio sem me sentir realizada, mesmo que o mesmo me ofereça a tal estabilidade financeira, não me oferece a estabilidade psicológica e não será essa a mais importante? Os mais cépticos podem ficar descansados. Abandonei as minhas funções no dia 21 de Janeiro sem pensar muito no "O que fui eu fazer?" mas mais no "O que vou fazer agora?". Certo é que já tenho para onde ir e começo dia 18 de Fevereiro. E adoro esta sensação de mudança e de novidade. Acho que a nossa passagem por esta vida, tão pouco longa, não faz sentido sem estas sensações.
Bem, vou ver se ligo para a Fox. Onde já se viu mudarem assim a programação!

Super-Homem II

Estou irritada. Tenho seguido a 6ª série do Super-Homem assiduamente e quando chega à parte melhor, inexplicavelmente voltam a dar a 5ª série. Se há coisa que realmente me irrita é este despotismo na programação. Anunciam uma coisa e depois dão outra. Ora quem está em casa sem nada para fazer é que nota estas coisas, é um facto. Mas que chateia, chateia. Ainda por cima tentei entrar no site da Fox em Portugal e abre-se uma página em polaco...está tudo dito. Nem temos oportunidade de reclamar. Mas isto não fica assim, ai não fica não.

Super-Homem I

Pois, isto de ser dondoca tem muito que se lhe diga.
Acordar por volta das 10h30, tomar o pequeno-almoço enquanto aprecio os dotes do Super-Homem na série SmallVille, ritual do banho, almoço e programa variado para tardes que passam a correr. Tem sido este o meu dia-a-dia. Confesso que já estou um pouco cansada de não fazer nada mas sei que quando começar a trabalhar, vou querer não fazer nada. Como tal, vou aproveitar e ver mais um episódio do Super-Homem que começa daqui a 5 minutos. Lá terá de ser. Até já!